06/11/13

Helena, de Machado de Assis

 Machado de Assis - Helena - Iba Mendes
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Helena

Numa sociedade cujos valores eram moldados dentro dos parâmetros patriarcais, a  personagem Helena, de início, corresponde a todos os atributos de mulher no perfil  tradicional da sociedade da época. Ela se mostra bondosa, cheia de virtudes e submissa,  demonstrando singeleza em seus atos, conforme os padrões morais e românticos da  época.

Era uma moça de dezesseis a dezessete anos, delgada e sem magreza,  estatura um pouco acima da mediana, talhe elegante e atitudes modestas. A  face, de um moreno-pêssego, tinha a mesma imperceptível penugem da fruta  de que tirava a cor; naquela ocasião tingiam-na uns longes cor-de-rosa, a  princípio mais rubros, natural efeito do abalo. As linhas puras e severas de  rosto parecia que traçara a arte religiosa. Se os cabelos, castanhos como os  olhos, em vez de dispostos em duas grossas tranças lhe caíssem  espalhadamente sobre os ombros, e se os próprios olhos alçassem as pupilas  ao céu, disséreis um daqueles anjos adolescentes que traziam a Israel a  mensagem do Senhor. Não exigiria a arte maior correção e harmonia de  feições, e a sociedade bem podia contentar-se com a polidez de maneiras e a  gravidade do aspecto. Uma só cousa pareceu menos aprazível ao irmão:  eram os olhos, ou antes o olhar, cuja expressão de curiosidade sonsa e  suspeitosa reserva foi o único senão que lhe achou, e não era pequeno  (ASSIS, 2004, p. 21).
  
Pelo perfil de Helena demonstrado acima, pode-se notar que ela representa o  projeto de uma mulher idealizada. A personagem é descrita como um anjo em sua  formosura. Conforme Camargo, “a comparação de Helena a um anjo traz para a cena do  texto, novamente, o jogo da máscara – a máscara da personagem, angelical, que vai se  contrapor à sua maldade dissimulada e fraudulenta” (CAMARGO, 2005, p. 49). A  suposta irmã que chega e altera a ordem austera da casa, irá mudar seu comportamento   à  medida que a história avança, e descobriremos que, na verdade, ela não tinha nenhuma  filiação paternal com os membros da família Vale, revelando assim, aos leitores, sua  falsidade moral. Helena é desmascarada, quando a família Vale descobre o seu segredo.  Além de não ser filha do Conselheiro, trazia junto de si seu legítimo pai.  

Pela narrativa, Helena é filha de Ângela, cujo nome advém de “anjo”, seres  “intermediários entre Deus e os homens [...] mensageiros, condutores de astros,  executores de leis e protetores dos eleitos” (CHEVALIER; GHEERBRANT, 2002, p.  60). No entanto, o narrador apresenta uma personagem que, apesar do nome “Ângela”,  produz ações que nada têm de angelicais. Ângela foge da casa paterna, amasiando-se  com o pai de Helena, Salvador, homem de poucos dotes e passa a viver em Montevidéu  e, mais tarde, no Rio de Janeiro. Conforme o narrador, o próprio Salvador já dizia:  “Ângela podia ser um obstáculo à minha carreira” (ASSIS, 2004, p. 125), tal como  aconteceria. O marido, ao retornar de uma viagem de última hora para visitar seu pai  doente, descobre que Ângela estava amasiada com outro homem, o Conselheiro Vale.  Além disso, ela oculta do Conselheiro Vale que vivia maritalmente com Salvador e  mente para sua filha, Helena, dizendo que seu pai havia morrido.

Necessário se fez apresentar um pouco do perfil dessa mulher para entendermos  melhor a origem de Helena, tendo em vista que o próprio pai, Salvador, afirma: “Eu  devia contar com as resoluções súbitas e prontas dessa menina; há ali uma costela de  sua mãe” (ASSIS, 2004, p. 133). Nesse trecho, fica evidente que o pai biológico de  Helena acredita que esta se espelha em sua mãe, colocando sempre o interesse pessoal  acima do sentimental. De acordo com essa afirmativa, pode-se crer que o que valia para  Helena era ascender socialmente, como sua mãe. Helena, comparada pelo narrador a um  anjo, filha de uma mulher denominada Ângela, possuindo, segundo o pai, uma costela  da mãe, reduplicaria a simulação de sua progenitora, produzindo a dissimulação de sua  imagem e desejo.

Conforme Therezinha Mucci Xavier, as heroínas machadianas são geralmente  mulheres fortes, que possuem “voz dentro da sociedade”, diferentemente daquelas  apresentadas muitas vezes com perfil de mulher submissa e frágil, idealizadas pelos  românticos da época. Segundo a autora, as heroínas machadianas

[...] não são mulheres oprimidas, castradas, cabisbaixas, sem o poder de  emitir suas opiniões, deixando que pertença ao marido a palavra final. Pelo  contrário, muitas vezes as personagens femininas são apresentadas com  características mais marcantes que as masculinas, sendo mais seguras de si,  dotadas de maior força moral (XAVIER, 1986, p. 33).
  
Esse é o caso de Helena, mulher que transgride a lei paterna ao não aceitar o que  lhe foi destinado pela sociedade. O próprio narrador já a define assim: Helena  “conseguia polir os ásperos, atrair os indiferentes e domar os hostis” (ASSIS, 2004, p. 42  25). Helena parece ter controle sobre todos que estavam à sua volta, sabia lidar com   todas as situações, debatia temas como política e escravidão. Ela conseguia debater, em  nível de igualdade com Estácio, cuja formação e classe social eram superiores às dela.  Ciente de sua posição social, para atingir seus objetivos, Helena não se submete  inteiramente às leis sociais e ao moralismo convencional.

Para Lúcia Miguel Pereira, o egoísmo faz parte das ações das personagens machadianas quando se trata de ascensão social e manutenção de poder:

O universo de Machado de Assis é, em grande parte, uma expressão do egoísmo. Egoísmo da natureza, que sacrifica o indivíduo à espécie; egoísmo da sociedade, que, para manter seus estatutos, não hesita em acorrentar as criaturas desgraçadas; egoísmo da família, tudo subordinando às suas convenções; o egoísmo de cada ser, exigindo sempre dos outros muito mais do que lhes dá (PEREIRA, 1957, p. 77).
  
O egoísmo das personagens femininas machadianas está ligado diretamente à luta  para elevar-se à classe diferente daquela a qual pertencem, pois, muitas vezes, elas vêm  de uma classe social desprovida de vantagens econômicas e tentam fixar-se em classes  mais elevadas. Uma das formas que muitas delas utilizaram para conseguir se realizar  socialmente foi o casamento, embora, muitas vezes, decidido de forma estritamente  racional, sem nenhum envolvimento afetivo. Helena não buscava um casamento, mas  um lugar na sociedade que a herança poderia lhe conceder. Dessa forma, mesmo o  objeto de interesse sendo outro, o objetivo é o mesmo, a ascensão social. Vejamos sua  atitude, logo que chegou à sua nova casa, tendo que enfrentar a repulsa de dona Úrsula  ao seu convívio familiar:
  
Como falassem da casa, Estácio disse à irmã:
– Esta casa é tão sua como nossa; faça de conta que nascemos debaixo do mesmo teto. Minha tia lhe dirá o sentimento que nos anima a seu respeito.
Helena agradeceu com um olhar longo e profundo. E dizendo que a casa e a  chácara lhe pareciam bonitas e bem dispostas, pediu a D. Úrsula que lhas  fosse mostrar mais detidamente. A tia fechou o rosto e secamente respondeu:
– Agora não, menina; tenho por hábito descansar e ler.  
– Pois eu lerei para a senhora ouvir, replicou a moça com graça; não é bom  cansar os seus olhos; e, além disso, é justo que me acostume a servi-la. Não  acha? Continuou ela voltando-se para Estácio.  
– É nossa tia, respondeu o moço.  
– Oh! Ainda não é minha tia! Interrompeu Helena. Há de sê-lo quando me  conhecer de todo. Por enquanto somos estranhas uma à outra; mas nenhuma  de nós é má.
Estas palavras foram ditas em tom de graciosa submissão. A voz com que as  proferiu era clara, doce, melodiosa; melhor do que isso, tinha um misterioso  encanto, a que a própria D. Úrsula não pôde resistir (ASSIS, 2004, p. 22, Grifos nossos).  

Percebe-se que, em todo o tempo, Helena procura fazer de tudo para agradar aos  “seus familiares”, demonstrando uma “graciosa submissão”. Mesmo com toda a repulsa  de sua “suposta” tia, dona Úrsula, ela continuava firme em seu intento: conquistar o  coração “seco” de sentimentos daquela mulher e, ao mesmo tempo, a confiança da  família Vale. O tom de voz da heroína continuava o mesmo, “claro, doce e melodioso”.  Essa atitude, aos olhos de Schwarz, é um “prolongamento do catolicismo” por parte de  Machado e, ao mesmo tempo um esforço da protagonista para fazer-se aceita numa  realidade diferente da sua. Na visão de Camargo, essa postura de Helena tem a  cumplicidade do narrador, quando procura reforçar a imagem de uma “boa moça”  pobre, meiga, dedicada e submissa; o narrador utiliza dessa estratégia para seduzir o  leitor com um perfil de mulher idealizada e que possui bons sentimentos (CAMARGO,  2005, p. 51). No entanto, no decorrer da narrativa, o leitor irá descobrir uma Helena  com atitudes nada convencionais para uma personagem feminina romântica. Helena irá  montar a cavalo, como uma perfeita amazona, logo após pedir a seu irmão, Estácio, que  a ensinasse a cavalgar:

Helena tinha um pé sobre o tamborete; repetiu ainda o nome da égua, como  quem refletia sobre ele, sem que o irmão percebesse que não era aquilo mais  do que um disfarce. De repente, quando ele menos esperava, Helena deu um  salto, e sentou-se no selim. A égua alteou o colo, como vaidosa do peso.  Estácio olhou para a irmã, admirado da agilidade e correção do movimento,  e sem saber ainda o que pensasse daquilo. Helena olhou para ele.
– Fui bem? Perguntou sorrindo.
– Não podias ir melhor; mas o que me admira... (ASSIS, 2004, p. 35).
  
Considerando que ela acabara de sair de um convento, o fato de saber cavalgar  com tanta maestria é, no mínimo, estranho. Soa inverossímil, o que muitas vezes é  plenamente aceitável nas narrativas dos folhetins. Camargo vê essa questão da seguinte  forma:  

[...] para quem a literatura sempre foi um jogo, o verossímil passa a ser algo  que só interessa ao desenvolvimento da trama. Não há uma tentativa de ser  cópia da realidade e, sim, em se fazer a encenação textual. Portanto, o fato  de Helena montar a cavalo é um trunfo na voz desse narrador que quer  desestabilizar o mito através da impetuosidade da personagem, que, ao  contrário das outras personagens do texto, é ativa diante de seu destino  (CAMARGO, 2005, p. 52).

Alfredo Bosi afirma que a máscara é a defesa do indivíduo numa sociedade. Essa  ideia pode muito bem ser aplicada aos personagens de Helena:

A máscara é, portanto, uma defesa imprescindível, que vem de longe, de  muito longe, como o pelo do urso e a cabana de paus arrumadas pelo  selvagem para se proteger do sol, do vento, da chuva. Se toda civilização é  um esforço de defesa contra a madre-madrasta (“sou tua mãe e tua inimiga”),  por que negar ao deserdado social o direito de abrigar-se à sombra do  dinheiro e do poder? Por que exigir que ele se furte ao “estatuto universal”,  pregado pela própria natureza: “quem não devora é devorado [...] (BOSI,  2003, p. 87). 

Nesse caso, a máscara seria um dos meios de sobrevivência utilizados por Helena  para conseguir realizar seus planos e enfrentar os ataques de uma sociedade que buscava  a preservação da ordem e da honra da família patriarcal. Numa sociedade que deixa em  segundo plano a “essência do sujeito” para valorizar as “aparências”, “segunda  natureza”, a personagem Helena age como tal, dissimula. Assim, Helena, ao utilizar a  “segunda natureza”, disfarça ser o que não é, tal qual a sociedade também o faz; tudo  para manter as aparentes conveniências.

Sidney Chalhoub propõe uma leitura sobre Helena, ao afirmar que Machado  descreveu a ideologia senhorial, explorando os conflitos existentes na classe dominante.  Para o historiador, Machado com seu romance, nos

[...] lança no bojo dos antagonismos de classe constitutivos dessa política  específica de domínio. [...] A chave do problema, talvez a chave do livro,  consiste em perceber que há na personagem Helena, apesar das aparências  em contrário, uma visão de mundo que lhe é própria, e que não pode ser  entendida se referida apenas à ideologia senhorial (CHALHOUB, 2003, p.  23-24).
  
Baseando-se no trecho mencionado anteriormente, sobre as aulas de equitação que  Estácio propunha a Helena, Chalhoub afirma que, no contexto, Helena, apesar de ter  posição social inferior à de Estácio, conseguia manipular as ações do rapaz para  satisfazer suas próprias conveniências, ou seja, conhecia “perfeitamente as cadeias de  causa e efeito” nas quais Estácio foi educado. Por exemplo, mesmo sabendo cavalgar,  não tirou o direito dele de ensiná-la. Helena tinha consciência de que, na sociedade na  qual ela estava inserida, Estácio representava a força de uma tradição advinda daqueles  que se intitulavam detentores da ordem, do poder econômico e social. Nesse caso, a  vontade dele sempre iria prevalecer (CHALHOUB, 2003, p. 25).

Ainda de acordo com Chalhoub, ao acompanhar os movimentos de Helena,  percebe-se que “há sempre uma possibilidade de a rapariga estar mentindo, ou estar  omitindo coisas, e logo ela não é confiável” (CHALHOUB, 2003, p. 26). Helena é  capaz de dissimular para conseguir o que deseja e, com todo o seu senso crítico e  astúcia, consegue contra-argumentar quando Estácio, demonstrando sua superioridade  em relação a ela, adverte: “Vença primeiramente o medo”. A moça responde, de  imediato: “Não sei o que é medo”. Admirado da resposta da moça, Estácio procura  manter sua posição de orientador, ironizando a braveza de Helena como amazona,  afirmando que ele, sim, sabia o que era medo. Helena, contudo, rebate: “O medo é um  preconceito dos nervos. E um preconceito desfaz-se; basta a simples reflexão” (ASSIS,  2004, p. 34).

Assim, Helena, ao dialogar com Estácio, procura interpretar as relações sociais  nas quais ela estava inserida. Para Chalhoub, ela “[...] decerto conhecia e compartilhava os significados sociais gerais que, regidos por Estácio e criaturas semelhantes, reproduziam aquele universo de relações sociais” (CHALHOUB, 2003, p. 24). Helena  sabia que, nessa sociedade, sempre a palavra do homem prevalecia sobre a das  mulheres. Além disso, sendo ela uma bastarda que buscava um lugar nesse meio, não  havendo outra forma de encarar essa dominação, usava as armas que possuía, nesse  caso, o artifício da argumentação e, ao mesmo tempo, da submissão, quando achava  conveniente, sempre demonstrando sutileza e moderando a dose na utilização das  palavras e nos gestos.

Essa postura de Helena é justificada pelo fato de que ela trazia junto de si um  conflito. A moça tinha consciência de que sua posição social não era aquela, e para  manter toda a farsa planejada por seu suposto pai, o Conselheiro Vale, e satisfazer a  ganância de seu pai biológico e sua, seria necessário mascarar as ações.

Ciente de que precisava dissimular para conseguir se manter no poder e  consequentemente realizar seu projeto, Helena, dependendo da ocasião e da pressão  recebida, às vezes se comportava como uma moça “submissa”, outras vezes, como  “rebelde”. Por exemplo, logo após ter explicado a Estácio a artimanha que utilizara para  induzi-lo às aulas de equitação, ela demonstra-se submissa, quando é repreendida por  ele: “– Já lhe negamos algum prazer que desejasse? Helena estremeceu e ficou  igualmente séria. – Não! Murmurou; minha dívida não tem limites (ASSIS, 2004, p. 36,  Grifo nosso). Nesse diálogo, podemos imaginar que a resposta de Estácio a Helena foi  um tanto agressiva, mas o que nos surpreendeu foi a postura de Helena quanto a essa  reposta, parecendo ser uma pessoa totalmente submissa ao irmão.

Assim, podemos dizer que Helena utiliza o princípio da cordialidade, conservando  a máscara da bondade. Quanto à cordialidade, tomamos como base a definição de  Sérgio Buarque de Holanda, em Raízes do Brasil. Segundo o historiador, a cordialidade  é o que distingue as relações dos brasileiros em sociedade, e o homem cordial possui a

[...] lhaneza no trato, a hospitalidade, a generosidade [...]. Seria engano supor  que essas virtudes possam significar “boas maneiras”, civilidade. [...] Nossa  forma ordinária de convívio social é, no fundo, justamente o contrário da  polidez. Ela pode iludir na aparência – e isso se explica pelo fato de a atitude  polida consistir precisamente em uma espécie de mímica deliberada de  manifestações que são espontâneas no “homem cordial”: é a forma natural e  viva que se converteu em fórmula. Além disso a polidez é, de algum modo,  organização de defesa ante a sociedade. Detém-se na parte exterior,  epidérmica do indivíduo, podendo mesmo servir, quando necessário, de peça  de resistência. Equivale a um disfarce que permitirá a cada qual preservar  intatas sua sensibilidade e suas emoções (HOLANDA, 1984, p. 106-107).

A cordialidade, dessa forma, está inserida no comportamento do brasileiro e se  constitui, ao contrário da polidez, de algo internalizado. Para o historiador, o povo  brasileiro, é, então, em essência, um ser cordial. Machado distingue entre a polidez e a  cordialidade, principalmente por meio de suas personagens femininas, como é o caso de  Helena, que procura fazer de tudo para agradar e dar provas de seu mérito à sua nova  família. Para Camargo, Helena “disfarça-se em algo que não é senão a fabricação de um  outro eu” (CAMARGO, 2005, p. 31). A cordialidade da personagem é bastante  funcional como as dos demais personagens e serve para apontar como Machado de  Assis entendia o que a máscara significava para as relações sociais na sociedade paternalista. Helena, apesar de sua pouca idade, aprendeu cedo, assim como Machado,  quais seriam as regras dessa sociedade e o que se esperava dela, jogou o jogo e perdeu.

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Fonte:
A Máscara do Pai Morto: “Estudo sobre o Paternalismo em Helena  e Casa velha, de machado de Assis” (Dissertação de mestrado apresentada ao  Programa de Pós-Graduação em Letras:  Estudos Literários, da Universidade Estadual  de Montes Claros, como parte dos requisitos  para obtenção do título de Mestre em Letras –  Estudos Literários.  Área de concentração: Literatura Brasileira  Linha de Pesquisa: Tradição e Modernidade  Orientador: Prof. Dr. Fábio Figueiredo  Camargo). Montes Claros, 2011.

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