20/09/15

Chiara, Klara, Clarinha, de Salomão Rovedo

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Disponível também em "Minhateca", no link abaixo:


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Poesia sem Poesia
CRovedo 6/3/1961

O mar profundo e verde
Bate nas pedras frias e pretas
Daquela praia de areias brancas e finas...
Ó mar, pergunto eu,
Quando deixarás esse teu incansável trabalho?
E ele responde: quando os homens
forem fiéis e as mulheres constantes.
Então mar, tenho pena de ti
pois os homens e as mulheres são tão fiéis
e constantes...
O vento úmido e cortante
bate nas encostas altas e barrentas

e vai até aquela floresta verde e majestosa.

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