31/05/15

Toda a Poesia: Antologia Poética (Organização Iba Mendes)

Disponível provisoriamente no site Minhateca

Toda a Poesia: Antologia Poética (Organização Iba Mendes
Antologia Poética - Iba Mendes

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ÍNDICE

APRESENTAÇÃO...........................

ACÚRCIO CORREIA DA SILVA......
Os miseráveis
Os rebelados
Cavadores
Os mendigos
Os poetas
O tuberculoso
Orfãozinhos
Noivos
O boêmio

ADELINO FONTOURA..................
Borghi Mamo
Atração e repulsão
Antes de partir
Vácuo
Súplica
Gazetinha
Despedida
Ohs! E ais!

ADEODATO BARRETO.................
As azinheiras
A peneira
Redenção

ALBERTO DE OLIVEIRA................
Aspiração
Taça de coral
Horas mortas
Vaso grego
A vingança da porta
Vaso chinesa
Solidão estrelada
O pior dos males
Cheiro de espádua
Sonetos
Vestígios divinos
Dentro do Sonho
A casa da Rua Abílio
A alma dos vinte anos

ALEXANDRE HERCULANO..........
Semana santa
A voz
O soldado
A cruz mutilada

ALPHONSUS DE GUIMARAENS...
Ismália
Ossa mea
Pulchra ut luna
Árias e canções
Terceira dor
Cisnes brancos
A catedral
Como se moço e não bem velho eu fosse
Hão de chorar por ela os cinamomos...
Soneto
Cantem outros a clara cor Virente
Sete damas
À meia-noite
Ocaso

ALVARENGA PEIXOTO................
Estela e Nise
A lástima
A Maria Ifigênia
À d. Bárbara Heliodora
De açucenas e rosas misturadas
Soneto
À estátua equestre
A saudade
Aos anos de uma ilustre senhora
À morte do rei D. José I

ÁLVARES DE AZEVEDO................
Amor
Lembranças de morrer
Se eu morresse amanhã
Pálida inocência
Vagabundo
Saudades
Se eu morresse amanhã
Minha desgraça
Luar de verão
Meu desejo

ÁLVARO FEIJÓ.............................
Nossa Senhora da Apresentação
Os dois sonetos de amor da hora triste
A nau perdida
Varina

AMADEU AMARAL.....................
Voz íntima
A vida
Palavras, nem sempre as leva o vento
Crepúsculo sertanejo
Rios
A um manancial de água pura
Nuvens
Jamais
Tapera
Sobre os desenganos
Em que se considera a vida como semelhante à lavra da terra
Nec mergitur
Voz íntima

ANTERO DE QUENTAL.................
As fadas
Mãe
Nirvana
Sonho oriental
Contemplação
Hino à razão
A um poeta
Tese e antítese
Mais luz!
A um crucifixo
Hino à razão
Lamento
Mea culpa
Consulta
A um crucifixo
Enquanto outros combatem
No circo

ANTÔNIO BOTTO.......................
Beijemo-nos, apenas
Ouve, meu anjo
Se duvidas que teu corpo
Andava a lua nos céus
Á memória de Fernando Pessoa
Anda vem

ANTÔNIO FEIJÓ..........................
Flor de pessegueiro
Pálida e loira
A uma mulher formosa
Salgueiro
Fábula antiga
Ideal

ANTONIO FELICIANO CASTILHO..
Convite para a felicidade
Defensa de um inconstante
Os treze anos

ANTÔNIO GOMES LEAL...............
Carta às estrelas
"Epitáfios"
Romantismo
Autópsia do amor
A cidade
Noites de chuva

ANTÔNIO NOBRE........................
Soneto
Vou sobre o oceano
Elegia
O meu condado
Sé de pedra
Menino e moço
Pobre tísica
Ladainha

ANTÔNIO PATRÍCIO...................
De que me rio eu?
Uma manhã, no golfo de corinto…
Vilancete
A redenção
Saudade do teu corpo
Unge-me de perfumes

ANTÔNIO SARDINHA..................
Versos do trinco da porta
No deserto
Velho motivo
Letreiro
A olivença, a perdida
Deus na planície
Memória

ARAÚJO PORTO-ALEGRE............
Fala de Boadbil
Fernando e Isabel
Fuga de Boadbil
Alhambra

ARRONCHES JUNQUEIRO............
Noite de inverno
Lenda de Santa Maria da Arrábida

ARTUR AZEVEDO.........................
À minha noiva
Por decoro
Uma observação
Impressões de teatro
Consequência
Lindas cenas
Infantilidade
As estátuas
Tertuliano, o paspalhão
Mutação
Soneto dramático
O relógio
33 graus à sombra
A Luís Delfino
O muro

AUGUSTO DOS ANJOS.................
Psicologia de um vencido
Solitário
Versos íntimos
Soneto
Agonia de um filósofo
Idealismo
Poema negro
As cismas do destino
O morcego
O meu nirvana
Amor e crença
Soneto
Ecos d'alma
A esperança
O coveiro
Infeliz

AUTA DE SOUZA.........................
Ao cair da noite
Ao meu bom anjo
Ao pé do túmulo
Alguém na estrada
Ano bom
Abençoa senhor
A morte de Helena
BASÍLIO DA GAMA......................
À nau serpente
A uma senhora
A resignação
Ao Marquês de Pombal

BERNARDINO LOPES...................
O Canário

BERNARDO GUIMARÃES.............
Hino à aurora
Prelúdio   
Eu vi dois pólos
Nariz perante os poetas
Ilusão desfeita

BERNARDO DE PASSOS...............
Quadras soltas
Glosas
Saudades
Desencanto
Soneto

BOCAGE.......................................
Soneto de todas as putas
Soneto de todos os cornos
Soneto da copula canina
Soneto do caralho decadente
Soneto da dama a cagar
Soneto do velho escandaloso
Soneto da donzela ansiosa
Soneto da escultura escandalosa
Soneto da copula esculpida
Soneto do prazer maior

BRASÍLIO MACHADO...................
Flor no gelo
Ave dourada
Na valsa
Reminiscências

BRUNO SEABRA...........................
Às raparigas
O calote
Mal de um beijo

CAMILO CASTELO BRANCO.........
A maior dor humana
Alma atribulada
Anel
O segredo de salvar-me pelo amor
Comédia humana
A outra metade

CAMILO PESSANHA.....................
Na cadeia
Eu vi a luz em um país perdido
Ao longe os barcos de flores
Crepuscular
Estátua
Vida
Quem poluiu
Inscrição
Interrogação
Em um retrato
Viola chinesa
Passou o outono
Paisagens de inverno
Floriram por engano as rosas bravas
Violoncelo
Queda
Quando?
Fonógrafo

CASIMIRO DE ABREU..................
Na rede
Primaveras
Amor e medo
Desejo
Poesia e amor
Quando tu choras
Saudades
Sonhando
Uma história
Clara
Eu nasci além dos mares
O que é - simpatia
Meus oito anos
CASTRO ALVES............................
As duas flores
Amar e ser amado
O laço de fita
O "adeus" de teresa
A canção do africano
Mater dolorosa
O navio negreiro
A atriz Eugênia Câmara
Noite de amor
O povo ao poder
América
O voluntário do sertão
Remorsos

CESÁRIO VERDE...........................
Nas nossas ruas, ao anoitecer
Eu que sou feio, sólido, leal
E, enorme, nesta massa irregular
De tarde
Deslumbramentos
Eu e ela
Eu, que sou feio
Manias!
Vaidosa
Contrariedades
Sardenta
Cinismos
Cabelos
Esplêndida
Lúbrica
Arrojos

CLÁUDIO MANUEL DA COSTA.....
Fábula do ribeirão do carmo
Polifemo
Lise
Antandra
Altéia
Anarda


CRUZ E SOUZA.............................
Inefável
Antífona
Siderações
O botão de rosa
Ao decênio de Castro Alves
Braços
Encarnação
Velhas tristezas
Dança do ventre
Flor do mar
Dilacerações
Sinfonias do ocaso
Acrobata da dor
Música da morte
Tristeza do infinito

CURVO SEMEDO..........................
O galo e a pérola
A lebre e a tartaruga
Morreu Bocage, sepultou-se em Goa

DELFIM GUIMARÃES...................
A beleza
O azar
A musa enferma
O ideal
Castigo do orgulho
O inimigo
O albatroz

DIOGO BERNARDES.....................
Já não posso ser contente
Soneto
Epigrama
Outro soneto às chagas
Elegia no tempo do mal
A dona Maria de Vilhena quando se meteu freira
Epitáfio à sua sepultura

EMILIANO PERNETA....................
Vencidos
Glória
Metamorfoses
Corre mais que uma vela...
Súcubo
Setembro
Solidão
De um fauno
Ao cair da tarde

EMÍLIO DE MENEZES...................
Supremo apelo
Jeová e Jesus
Noite de insônia
A chegada
Tarde na praia
Envelhecendo
A romã
Um paulista narcisista
Sai... Azar!
Vinte anos depois...
O poeta deus

FAGUNDES VARELA.....................
Soneto
Ilusão
Deixa-me!
O vizir
Não te esqueças de mim!
Elegia
Tristeza
O exilado
Aurora
As selvas
À Lucília
Childe-Harold
O sabiá
Névoas
Vida de flor
O foragido
A mulher
Tristeza

FAUSTINO XAVIER DE NOVAIS....
Embirração

FAUSTO GUEDES TEIXEIRA..........
Amar ou odiar
Versos à Grécia
Soneto

FERNANDO PESSOA.....................
Tabacaria
Poema em linha reta
O guardador de rebanhos
Ode marítima
Autopsicografia
Aniversário
Presságio
Não sei quantas almas tenho
Todas as cartas de amor…
O cego e a guitarra

FLORBELA ESPANCA....................
Ser poeta é ser mais alto
Os versos que te fiz
O nosso mundo
Não ser
Languidez
Fumo
Fanatismo
Em ti o meu olhar fez-se alvorada
Beija-mas bem!
Aqueles que me têm muito amor
Amar
Eu sou a que no mundo anda perdida
Noite de saudade
Da minha janela
Saudades
À vida
À morte
Desejos vãos
Teu olhar
Loucura
Eu
Se tu viesses ver-me




































































































































































































































































































































































































FRANCISCO JOAQUIM BINGRE...
Elogio de Aveiro
Quem não ama, desmente a natureza
Basta, não posso mais, mundo enganoso!
Às cambalhotas sempre anda a través
Deus, infinito ser
Os teus beijos, meu bem, tuas carícias
Primavera
Retrato das mulheres em todas as idades
Juízo
Amar sem possuir é um tormento

FRANCISCO OTAVIANO...............
Ilusões de vida
Recordações
Morrer dormir

FRANCISCO RODRIGUES LOBO...
Adeus de Lereno ao Lis
Soneto
Meteu-me amor em seu trato
Coração, olha o que queres
Que amor sigo? Que busco? Que desejo?

FREI ANTÔNIO DAS CHAGAS......
Conta e tempo
Ao cavalo do conde de Sabugal que fazia grandes curvetas

GONÇALVES DE MAGALHÃES.....
Invocação à saudade
A beleza
A confederação dos tamoios
Napoleão em Waterloo
O anagrama

GONÇALVES DIAS
Te Deum
Canção do exílio
Canção do tamoio
Por um ai
Se se morre de amor
Seus olhos
Pedido

GREGÓRIO DE MATOS................
O poeta descreve o que era naquele tempo a cidade da Bahia
Buscando a cristo
A uma dama
Por consoantes que me deram forçados
Efeitos contrários do amor
A Jesus Cristo, nosso senhor
Define a sua cidade
À despedida do mau governo que fez o governador da Bahia
A outra feira, que satirizando a delgada fisionomia do poeta lhe chamou pica-flor
À cidade da Bahia
Aos caramurus da Bahia

GUILHERME DE AZEVEDO...........
Graça póstuma
Os sonhos mortos
Fala a ordem
O velho cão

GUIMARÃES JÚNIOR...................
Fora da Barra
Visita à casa paterna
A voz das árvores
Paulo e Virgínia

GUIMARÃES PASSOS...................
Ébrio
Longe
Aos felizes
Morte
Paradoxo
Mea culpa
A José do Patrocínio
Vilancete
No exílio
Tu, só tu...
Pubescência

JERÔNIMO BAÍA..........................
A uma rosa
Lampadário de cristal
Sonhando que via a Márcia
A uma trança de cabelos negros
Mandando el-rei d. Pedro enterrar o coração do Marquês de marialva ao pé do túmulo de el-rei D. João IV
À morte do conde de castelo melhor
Falando com Deus
Ao menino-deus nascido
Madrigal a uma crueldade formosa
Ao menino deus em metáfora de doce
Retrato
A uma crueldade formosa

JERÔNIMO CORTE-REAL.............
A tempestade
Manuel de Sousa enterra D. Leonor na praia
Como os inimigos batiam a fortaleza

JOÃO DE DEUS............................
Amores, amores
A cigarra e a formiga
Gramática rudimentar
Militarão
Beijo

JOÃO DE LEMOS..........................
Não te entendo, coração
As rosas de Santa Isabel
A lua de Londres

JOÃO PENHA...............................
Consolação
Sermão na Montanha
As Grandes Manobras
A Carne
Cena de Taberna

JOAQUIM SERRA.........................
A missa do galo
A minha Madona

JOÃO XAVIER DE MATOS............
Pôs-se o sol
Eu vi uma pastora

JOSÉ AGOSTINHO DE MACEDO..
A cidade bela
Epodos de Horácio

JOSÉ BONIFÁCIO.........................
Saudade
Calabar
Enlevo

JOSÉ DE ANCHIETA.....................
Poema da virgem
Carta da companhia

JOSÉ DURO..................................
Alvíssima
Em busca
Prece

JOSÉ MARIA DO AMARAL...........
Passaste como a estrela matutina
Tristeza amarga
Se voz cristã em tom harmonioso
Tristezas de minha alma tão sentidas

JUNQUEIRA FREIRE.....................
Saudade
Soneto
Louco (hora de delírio)
Martírio
Morte (hora de delírio)
Temor
A órfã na costura
O arranco da morte
Teus olhos
Sonho
O remorso da inocente
O jesuíta

LAURINDO RABELO....................
No álbum duma senhora
A minha resolução
A linguagem dos tristes
Amor e lágrimas
A saudade branca
À morte de Junqueira Freire
Amor-perfeito
Dous impossíveis
Não posso mais!
As duas redenções
Suspiros e saudades
O desalento

LÚCIO DE MENDONÇA................
Alice
Cântico dos Cânticos
Flor de ipê
A tapera
Ideal
Ave Maria

LUÍS DA GAMA............................
Retrato
Minha mãe
A cativa
Laura
A borboleta
No cemitério de S. Benedito
A um nariz
Os glutões
O janota
A um vate Enciclopédico

LUÍS DELFINO..............................
Altar sem Deus
Cadáver de virgem
Tela apagada
Alma viúva
Uma princesa antiga
O mal da vida
Capricho de Sardanapalo
Os seios
In her book
Primeira missa no Brasil
A poesia
Extra muros
A águia

LUÍS VAZ DE CAMÕES.................
Amor é fogo que arde sem se ver
Sete anos de pastor Jacó servia
Babel e Sião
Verdes são os campos
Transforma-se o amador na cousa amada
Busque amor novas artes, novo engenho
O fogo que na branda cera ardia,
Alma minha gentil, que te partiste
Ao desconcerto do mundo

MACHADO DE ASSIS...................
Círculo vicioso
No alto
O grito do Ipiranga
A Carolina
Erro
Uma criatura
O desfecho
Minha musa

MACIEL MONTEIRO....................
Um sonho
Inspiração súbita
Formosa

MANUEL BOTELHO DE OLIVEIRA
Ao sono
Ver, e amar
Desdém, e fermosura
Que há de ser o amor um só
À rosa
Criou deus na celeste arquitetura
Essa de ilustre máquina beleza
Sono pouco permanente
Esperanças sem logro
Rosa, e Anarda
Naufrágio amoroso

MARIO DE ANDRADE..................
Moça linda bem tratada
Aceitarás o amor como eu o encaro
Retrato de novembro
Poemas da amiga
Cantam pássaros exóticos no teu púbis
Descobrimento
Aceitarás o amor como eu o encaro?
A serra do rola-moça
Ode ao burguês
Lundu do escritor difícil

MÁRIO BEIRÃO...........................
Cintra

AMADEU AMARAL......................
Voz Íntima
A vida
Palavras, nem sempre as leva o vento
Crepúsculo sertanejo
Rios
A um manancial de água pura
Nuvens
Jamais
Tapera
Sobre os desenganos
Em que se considera a vida como semelhante à lavra da terra.
Nec mergitur
Voz íntima

MARIA FIRMINA DOS REIS..........
O meu desejo
Ah! Não posso
Confissão
Seu nome
A uma amiga
Ela!
Meditação

MARTINS FONTES.......................
Minha mãe
Inocência
Ser paulista
Balada madrigalesca
Otelo
Crepúsculo
Nosce te ipsum

NICOLAU TOLENTINO DE ALMEIDA.....................................
Quintilhas

OLAVO BILAC...............................
Ouvir estrelas
Um beijo
Via láctea
Maldição
Velhas árvores
O sonho
Criação
Respostas na sombra
O pássaro cativo
Dualismo

PAULO SETÚBAL.........................
A fazenda
A gente
Vida campônia
Chiquita

PEDRO LUÍS.................................
Terribilis dea
O leque de marfim

PEDRO RABELO...........................
Quadras
País distante
Distante
Tenebras
Pela noite
Página 102

RAIMUNDO CORREIA.................
Os ciganos
Plenilúnio
Tristeza de momo
A cavalgada
O monge
Ser moça e bela ser
Saudade
As pombas...
Mal secreto
O vinho de Hebe
Vulnus
Rima
Amor e vida
Desdéns
O misantropo
Último porto
Nuvem branca
Plena nudez
Anoitecer

RAUL DE LEONI............................
Crepuscular
Platônico
Artista
Cristianismo
Ironia!
Decadência
A hora cinzenta
Ingratidão

RONALD DE CARVALHO..............
Epigrama
Uma noite em los andes
Anthropomorphismo
Sabedoria
Vida

SOUSA CALDAS...........................
Ao homem selvagem
A criação
Soneto
A imortalidade da alma
Na presença de uma grande trovoada
Aos anos de uma menina

SOUSÂNDRADE...........................
Saudades no porvir
Dá meia-noite
Vinte e oito de julho
Eu vi a flor do céu
Maria

TEIXEIRA DE MELO......................
Estâncias
Fantasia
Fascinação

TEÓFILO DIAS.............................
Cismas à beira-mar
A poesia moderna
O oceano, a serpente, leviatã, vinateina, o peixe macár
A serpente

TOBIAS BARRETO........................
Victor Hugo
Dois de julho
A escravidão
Que mimo!
O beija-flor
Amar
Ignorabimus
Que mimo
O gênio da humanidade
Glosa

TRINDADE COELHO.....................
Paródia aos Lusíadas

VICENTE DE CARVALHO..............
Adormecida
A minha irmã
Menina e moça
A invenção do diabo
Fugindo ao cativeiro
Tu, moça; eu, quase velho
A um poeta moço
Eu cantarei o amor tão fortemente...
Fantasias do luar
Palavras ao mar
A voz dos sinos

VIRGÍLIO VÁRZEA......................
Traços azuis
As farinhadas
Indústria
Tons aurorais
Através do passado


































































































































































































































































































































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